Fibra

As imperfeições são corregidas com massa epoxy com micro-esferas. São principalmente os furos de parafusos, limites entre partes coladas.

Quando necessário os ângulos são amenizado, no limite da quilha ou do skeg nas proas o popas…

São uma a três camadas de fibra.


Duas primeiras camadas da quilha.

No inicio tenho dificuldades para dosar a quantidade de epoxy. Aqui insuficiente, terá outra aplicação. A fibra usada é maior do que e preconizada por JWD, e sua estrutura 45x45 a faz bem mais difficile de trabalhar. Mesmo se as fibras 45x45 são bem impregnada, a costura pode ficar e fico duvidando se lixo ou boto mais uma espessura de mm de epoxy. Detalhe da fixação do leme. Não tem fibra que podem cortar a cordinha de fixação do leme.



Impregnando primeiro a madeira, desdobrando a fibra por cima e impregnando novamente.

Continuando a parte de cima (de baixo na água!).

Continuando com o costado “superior”.

Continuando com o costado “superior”, outro lado. Os reforços na proa são muitos.

Um lado terminado.

Ultimo costado superior.

Finalizando com o ultimo costado superior com peel ply
O peelply. Testando se a impregnação é melhor ou se é mais fácil de lixar depois.

Não estou convencido da utilidade do peelply com essa fibra, por causa da costura que sobre sai.
Entre a aplicação das fibras e a tinta não têm muitas fotos. Essa imagem soft não dá conta dos dias de coceiras, aplicação de massa, lixa, massa, lixa.
Massa
Aplicação de massa epoxy (= com microesferas).
Terá uma ultima mão de epoxy liquido puro para finalizar antes de pintar.
Grande limpeza
Entre tempo chega o segundo lote de epoxy e o polycarbonato.
Tinta
Chamei alguém parra pintar e aprender a usar um compressor. Aqui - errado - com uma tinta epoxy.
Ultima mão.
Finalizando.
Os furos da liga dos lemes, aqui bem sucedidos. Não são todos tão perfeito.
Agora o casco vai ser virado novamente (segunda vez) para terminar o convés.