Cross webs cortado anteriormente.

A curva é traçada usando uns pontos de referencia e uma longa vara flexivel.

Faço as três vigas no mesmo juntas

A viga na proa tem uma base em arco, as outras são planas. O desenho das vigas central e de popa é o mesmo, sendo que a viga de popa têm 10 cm a menos e a central terá a estrutura que recebe o mastro. A planta, apesar de clara, leva a esquecer que a viga de popa é menor. Discussão aqui

Sucessão de operações simples.

Grampos caseiros

Precisa-se de muitos sargentos’ o que obriga a colar cada peça um por um.

O prazer de trabalhar madeira. Aqui prainando tauari.

Sargentos, cordas, qualquer método é usado para apertar.

Pequena lamina de compensado para posicionar corretamente os elementos de “cross webs”.

Filetes em cada quina

No centro, a carva dupla da viga de frente.

Laminado por dentro. As caixas de ovo são para manter a viga vertical no momento de colar a tampa.

Detalhe da colagem da maior peça de madeira.

Na isquerda uma parte inferior. No meio um travesa recém fechada, secando com peso. A direita vista interna de ma parte vertical.


Os dois lados da viga de proa, a menor.

Viga fechada, antes da colagem da proteção superior, na viga central, com os “U-bolt” do “dolfin striker” e a abertura de acesso.



O trabalho da madeira, a parte mais agradavel das vigas.

Fechando a ultima viga, de popa.

Colando a proteção.

As três vigas prontas. Em cada borda, 2 furos foram feitos em furos maiores preenchidos com epoxy.


Complemento, na viga de popa, uma futura fixação para um trampolin.

Punhões nas extremidades, conforme a planta.

Vigas centrais e de popa. Na central, em frente em baixo do “mast tabernacle” uma madeira para para instalar um trampolin sem furar a viga.
Viga de frente com instalação de uma proteção para a manutenção da ancora.
Visão global, em vídeo (comentários desnecessários em francês).