Virar o casco
Método para virar um casco. O casco fibrado e pintado na parte inferior precisa ser virado para terminar o convés. Os cavaletes são equipado com rodas. a parte mais difficile, perigosa, foi de rolar de dentro a fora da garagem galpão até a rua, num chão irregular. Virar o casco em si mesmo faz-se devagar com o munck. As rodas são trocada dos cavaletes até os suportes em V.

O casco saiu do galpão nos cavaletes rolantes.



O munck pouco a pouco muda a posição das correias e suspende o casco o tempo de substituir os cavaletes (e parafusar as rodas).

É um método… tem outras. Sair o casco não foi fácil.
Gaiutas

A vedação das gaiutas faz-se com uma sistema em escada arredor do quadro e uma tampa que fecha arredor do degrau.

Precisa então cola uma varinha arredor dos caixilhos das gaiutas.

O convés não é plano é varinhas de cedro são colado com ajuda de sargentos para abraçar a cunva do convés.

Finalmente o quadro da tampa é assemblado arredor das varinhas e a tampa finalizada (ver detalhe no casco 2).


Estrutura da tampa finalizada. Falta arredondar o angulo superior e aplicar uma fibra fina. Não fibrei, e observo agora que a aplicação de uma fibra fina deve ser sistemática em todas as superfícies horizontais fortemente expostas.

Tampa da popa. Mesmo procedimento.

Instalação das fixação dos estais laterais. (cadènes fr / shroud plate en)

Corte do policarbonato com serra tico-tico.

Aqui com lamina para cerâmica.

A tampa da entrada é realizada da mesma forma.

Se tivesse que refazer, seria com uma borda mais alta para dar mais força á dobradiça.

A gaiuta de proa. A forma curva é mais visível.

Instalação do u-bolt de fixação do estai na proa.

Mesa de mapa

Cabine. No fundo o acesso á bulkhead de proa.

Uma vistas do interior. Deixei o cedro visível nas bordas. O (pequeno) laptop dá uma ideia das dimensões.
O casco vai esperar no exterior, desocupando o garagem galpão para iniciar o segundo casco.